16/11/2014

30 Days TV Show Challenge (#7)

Episódio que menos gostaste de uma das tuas séries preferidas: Bunheads
1.18 - Next
O episódio 18 de Bunheads foi o último desta série, porém, apesar de ser o episódio final, não ofereceu um final concreto à serie. Isto é, o episódio decorreu normalmente, como se a série fosse ter continuidade, chegando mesmo a colocar novas questões. Desta forma, aquilo que me desagrada neste episódio, não é o enredo em si, mas sim o facto de marcar o fim de um das minhas séries preferidas, sem qualquer tipo de conclusão. No entanto, ainda tenho esperanças que criem uma segunda temporada, atribuindo continuidade a esta história. Uma continuação que siga o mesmo registo: o humor inteligente, a exploração fiel de um mundo apaixonante e as cativantes particularidades de cada personagem.

14/11/2014

Musicando #6

A Magia e o Mistério:

10/11/2014

09/11/2014

30 Days TV Show Challenge (#6)

Episódio favorito de uma das tuas séries preferidas: Pretty Little Liars
3.13 - This is A Dark Ride
*Fonte*

Qualquer episódio de halloween de Pretty Little Liars deixa a sua marca, porém este consegue distinguir-se entre os restantes. Embora já não seja uma espetadora assídua da série, fui-o durante muito tempo, e entre todos os episódios que vi, escolhi este. A minha opção deve-se às consecutivas surpresas capazes de fazer o público prender a respiração por alguns segundos e pela gigante revelação no final do episódio, que viria a provocar uma enorme reviravolta na história. Tentando evitar spoilers, posso ainda sublinhar os dois ataques aterrorizantes e a imprevisível morte de uma das personagens. Foi, sem dúvida, um essencial episódio para o desenvolvimento do enredo, tendo em conta que desvendou alguns mistérios e respondeu a algumas perguntas, ao mesmo tempo que permitiu o aparecimento de novas dúvidas e enigmas. Por fim, This is A Dark Ride é um episódio memorável, que, ainda hoje, se mantém vivo no imaginário dos fãs. 

07/11/2014

Musicando #5

That's so POP:

Ligações Tranquilas #16

Esta semana vi o filme A Vida é Bela para a disciplina de História e adorei, este é apaixonante, não só pela marcante história, como também pela espontaneidade da comédia(pouco visível hoje em dia). O filme trouxe-me à memória a música Soldier, do Gavin DeGraw, que descreve situações de egoísmo extremo com a mesma sátira e, ao mesmo tempo, situações de cooperação com a mesma beleza.

05/11/2014

Isto não é uma nota de suicídio #12

A melhor conclusão de sempre:
Por fim, em suma, concluímos que chagamos ao final desta refleção.

Mais uma saída da aula de psicologia:
Ele era dos Estados Unidos da América, não era de Nova Iorque.

04/11/2014

Citações de Situação #5

*Fonte*
"E, de seguida, com a sua indomável vitalidade, ela obrigara-se a pôr tudo aquilo de lado, pois existia nela uma corrente de vida cuja intensidade, resistência e força para superar obstáculos a conduzia ao triunfo [...] "
Virginia Woolf

03/11/2014

Visualizando #5

Porque foi Halloween:

02/11/2014

30 Days TV Show Challenge (#5)

#5: Uma série da qual não gostes - Fringe
Talvez esta minha escolha não seja a mais razoável, visto que a justifico no pouco que sei sobre esta série. Vi apenas três episódios, como tal, é provável que o meu julgamento seja precipitado e, eventualmente, pouco realista. Dito isto, acredito que a série tem uma boa premissa, mas que não a sabe explorar da melhor maneira, perdendo muito tempo com "repetições" de cenas desnecessárias sobre a mesma ideia ou ponto de vista. É uma série com episódios bastante longos, que se tornam cansativos pelo dinamismo lento da ação, ainda que pertença ao género policial. Contudo, a série tem a seu favor a construção histórica das personagens e os imprevisíveis finais.
 

01/11/2014

Ao Enigmático Outubro

*Fonte*
Enigmático Outubro,

Surgiste de leve, com falta de cor, escondido entre as gotas da chuva. Tens a destreza e habilidade típicas de um temperamento subtil, que passa despercebido, revestido de mistérios. Porém, apesar de toda essa camuflagem, tens uma feição alerta, que procura respostas, mesmo antes de existirem perguntas. Apareces, assim, sem marcares presença, Outubro. 
Os primeiros dias após o teu tímido aparecimento são um pouco desalinhados, no que diz respeito ao enquadramento dentro linha do tempo. A verdade é que se sente o fim de Setembro e, paralelamente, sente-se, também, a tua ausência. Mas as folhas começam a cair e eu encontro-te nos ramos, agora mais leves (talvez até mais livres), das árvores. O vento sopra com mais determinação, como se também ele te tivesse descoberto, e o mundo veste-se de alaranjado em comemoração da tua localização. É, então, por esta altura, que te começo a decifrar. Tens tendência para evitar o sol e as marés, tendo como núcleo o luar, sonhas com uma saudade mais leve, pois uma simples flor te pesa na nostalgia. E desde que tu, Outubro, te fizeste Outubro que tentas compreender esta enigmática terrestre multidão. No entanto, quando estou perto de alguma conclusão fico sem tempo e tu voltas a camuflar-te, deste vez protegido com o argumento do halloween. Talvez, no próximo ano (ou num outro, quem sabe), eu consiga traduzir as tuas caraterísticas para uma linguagem mais familiar, decifrando todos os teus enigmas e mistérios. 

Jessica Mendes

Novas aquisições #10

Este ano, no que diz respeito à leitura, tenho uma maior liberdade de escolha, pois, obrigatoriamente, tenho apenas quatro obras para ler. Nomeadamente, Para compreender "Os Lusíadas", de Amélia Pinto Pais, Mensagem, de Fernando Pessoa, Memorial do Convento, José Saramago, e Felizmente Há Luar!, de Luís de Sttau Monteiro. Tendo em conta que li a obra de Sttau Monteiro, no ano anterior em literatura portuguesa, comprei apenas os primeiros três. 

31/10/2014

Dia do Terror

*Fonte*
Laura já conhecia o Halloween, era o dia das bruxas, dos monstros e de qualquer outra criatura assustadora, porém, como qualquer outro dia comemorativo, também aquele lhe fazia confusão. Ela não percebia porque é que tinha de ser um dia tão assustador, pois nem todas as bruxas eram más e nem todos os monstros cruéis. Desta forma, Laura chamava-lhe dia do terror, não dia das bruxas, pois era um dia que comemorava o medo e os sustos, não as criaturas mágicas e fantásticas. E quando escolhia um disfarce para usar no dia do terror, criava-lhe sempre uma história que justifica-se a maldade daquela personagem. Assim, este ano, ela não era uma simples bruxa, era Heloisa Pavorosa, uma velha de imagem assustadora, que tinha o poder de curar qualquer doença, mas que era demasiado egoísta para ajudar os doentes.  

Musicando #4

Escura noite:

30/10/2014

Ligações Tranquilas #15

As emoções finais no filme The Giver, nomeadamente, os acontecimentos entre as personagens Jonas e Fiona (estou a tentar evitar spoilers), fizeram-me recordar a música Beauty of the end da Paloma Faith. Em especial, um dos últimos versos que fala sobre uma assustadora liberdade e uma confusa confiança.

29/10/2014

Isto não é uma nota de suicídio #11

*Fonte*
O momento em que percebi que as bolachas de água e sal, não eram, exclusivamente, compostas por água e sal, foi um momento bem confuso, mas ao mesmo tempo bem esclarecedor. A verdade é que o mundo sabia, ou pelo menos desconfiava, que aquele sabor não era só água e sal (e quando digo "mundo" refiro-me à minha desconhecedora pessoa). Mas a preguiça de analisar a lista de condimentos e a fome criavam, constantemente, barreiras que impediam o mundo de descobrir a verdade: existe mais para além da água e do sal. Ou pelo menos nas "Júnior" (aquelas que tinha cá em casa) existe. Eis a verdade, mundo: são bolachas de água e sal e mais alguns ingredientes que não precisam, necessariamente, de ser referidos e vestígios de ovos e frutos de casca rija. 

28/10/2014

Citações de Situação #4


"A vida de uma pessoa não é o que lhe acontece, mas aquilo que recorda e a maneira como recorda."
Gabriel García Márquez

26/10/2014

30 Days TV Show Challenge (#4)

#4: A tua série preferida de sempre - Grey's Anatomy
Não é a minha série preferida de sempre, mas uma das minhas séries preferidas de sempre. Grey's Anatomy dispensa apresentações, esta está para as séries televisivas como o Obama está para a política ou como o Pai Natal está para o imaginário de uma criança. Fascinante pelo drama, admirável pelos diálogos e reflexões, mas irresistível, sobretudo, pelas personagens e respetivas personalidades.  
Com uma enorme diversidade de personagens, as várias personalidades cruzam-se num alvoroço de oposições e de concordâncias, misturam-se numa controlada movimentação de histórias. Cada episódio desfruta de uma mensagem, de um ensinamento, que pode provir quer de um paciente quer de um dos membros do enredo. Assim, ainda que a série disponha de um fio condutor, os episódios podem classificar-se como singulares, pois cada um desenvolve-se em redor de uma "crónica". Esta mobilidade entre as diversas personalidades permite, ainda, a criação de um enredo complexo e envolvente, que vicia até o mais prevenido dos espetadores. 

25/10/2014

"Ah, mas eu tenho livre arbítrio"

*Fonte*
Há quarenta anos, ansiava-se por liberdade para se ser livre de transmitir uma opinião ou um pensamento, sem ter medo das consequências que esse gesto, tão simples, poderia trazer. Hoje em dia anseia-se por mais tempo, que dê para o povo expressar tudo o que lhe vai na alma. O problema não está aí, mas sim naquelas que possuem excesso de liberdade própria. Tenho uma certa aversão por essas pessoas que dizem tudo o que lhes vem à cabeça, só porque, dizem elas, têm livre arbítrio para o fazer. O problema está na atual definição da palavra liberdade. Ter liberdade, livre arbítrio ou direito a ter uma opinião não são sinónimos de insulto ou falta de respeito. Sim, porque nos dias que correm é isso que acontece. Sempre aprendi que a minha liberdade termina onde começa a do próximo. Mas isso já é pouco importante. As pessoas insistem em dar a sua opinião, mesmo quando ninguém lha pede, e porquê? Porque têm livre arbítrio! É algo do género: ‘’Olha, eu digo o que eu quiser, tenho livre arbítrio’’. Ah, pois é, lá está o livre arbítrio. Argumento automático após o insulto.
    Eu não quero com isto dizer que a liberdade não é importante, que não a deveríamos possuir, ou que era melhor como se vivia antigamente, porque a liberdade é, sem dúvida, a melhor forma de uma pessoa se expressar. Acho apenas que têm de haver certos limites. Estar perto de alguém que tem uma necessidade constante de manifestar a sua opinião, que tem sempre algo a dizer sobre o assunto, ou pior, que acha que sabe tudo (mas isso é outra questão), é no mínimo, desagradável. No entanto, pior são mesmo aquelas que insultam e criticam tudo e todos, a toda a hora, porque ‘’vivem num país livre’’. Em primeiro lugar, não revela que têm uma personalidade forte e que estão simplesmente a ser elas próprias. Em segundo lugar, não revela que são pessoas honestas e realistas. E em terceiro lugar, NÃO É LIBERDADE DE EXPRESSÃO! Partir para o abuso verbal, ou até mesmo praticar bullying, não é liberdade de expressão, pois a partir do momento em que as opiniões ofendem a pessoa a quem se está a ser dirigido, mostra apenas uma grande falta de educação. A liberdade não é desculpa para tudo.
*Fonte*
    Não me querendo alongar mais, até porque este tema dava umas boas horas, não de conversa, mas de escrita, deixo aqui uma pequena nota, para todos aqueles que adoram expressar a sua liberdade de expressão a todo o custo:
Por favor, parem de dizer (e fazer) tudo o que vos apetece, só porque pensam que podem. Não, não podem. Principalmente, porque não faz de vocês pessoas engraçadas, interessantes ou inteligentes. Dêem a vossa opinião, sim, quando vos for solicitada ou quando acharem que devem dá-la (e isso não é a toda a hora!). Não se esqueçam que todas as pessoaspossuem a mesma liberdade que vós, têm uma opinião, livre arbítrio, capacidade de pensar e acima de tudo, vão sempre saber algo que vocês não sabem. Usem a vossa liberdade pessoal, mas com respeito ao próximo e à própria liberdade, que não foi conquistada e merecida por acaso. Não temos de gostar de tudo e de todos, mas sim aprender a respeitar. Ou se querem um conselho mais simples, guardem as vossas opiniões para vocês, quando ninguém as pede.
Rita Valamatos