- O dever não é uma coisa que se pese para saber quanto dá.
- Antes morrer do que viver sepultado.
- Morrer é fácil, o que eu tenho é a obrigação de me sacrificar.
18/05/2014
Isto não é uma nota de suicídio #6
Visto que, não escrevi nada sobre a primeira peça, O Gebo e a Sombra, resolvi fazer um top 3, das melhores frases:
17/05/2014
16/05/2014
Se eu ficar, Gayle Forman
Sinopse: Naquela manhã de Fevereiro, quando Mia, uma adolescente de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram à volta de decisões normais para uma rapariga da sua idade. É então que ela e a família resolvem ir dar um passeio de carro depois do pequeno-almoço e, numa questão de segundos, um grave acidente rouba-lhe todas as escolhas. Nas vinte e quatro horas que se seguem, Mia, em estado de coma, relembra a sua vida, pesa o que é verdadeiramente importante e, confrontada com o que faz com que valha mesmo a pena viver, tem de tomar a decisão mais difícil de todas.
Livro: Se eu Ficar
Autor: Gayle Forman
Editora: Editorial Presença
Nº de páginas: 216
Coleção: Noites Claras
Um livro leve, que nos toma e não nos liberta até à última palavra, até ao último ponto. Um livro simples, que nos oferece uma dúvida, que no meu caso, ainda não foi esclarecida. Um livro de verão para uma leitura descontraída na praia, um livro de inverno para uma leitura de cobertores e de leite com chocolate.
Se eu ficar, de Gayle Forman, obrigou-me a ficar, a ficar acordada até às três da manhã, num dia de semana, para o terminar. Ao contrário de Mia, não tive escolha, não podia simplesmente ir dormir e terminar no dia seguinte, estava aprisionada, não tanto às palavras, mas mais às personagens e respetivas histórias. As palavras são claras e leves, de modo que não é a sua simplicidade que nos chama à atenção. Aquilo que brilha são as personagens, que apesar de serem evocadas, ao longo da maior parte da obra, através das memórias de Mia, possuem personalidades bastantes distintas, com caraterísticas muito individuais. E também as referências musicais que percorrem o livro como Nirvana, Ramones, James Taylor, Sonic Youth, Melvins, entre outros.
Ao longo das visitas que Mia vai recebendo ao longo da obra, esta vai encontrando um nível de paz elevadíssimo, e uma das coisas que mais me impressionou nesta leitura foi a facilidade com que a paz dela é transportada para o leitor. Ao encontrar a paz de Mia, também o leitor fica tranquilo, e essa tranquilidade que alcançamos permite-nos aceitar e compreender qualquer decisão que a personagem venha a tomar.
A obra foi adaptada para cinema e o respetivo filme sairá a 22 de Agosto, nos Estados Unidos. Conta com Chloe Grace Moretz (Kick-Ass) que interpreta Mia Hall, Mireille Enos (Gangster Squad) que interpreta Kat Hall, Liana Liberato (Stuck in Love) que interpreta Kim Schein, entre outros.
15/05/2014
14/05/2014
Receita de borrego invejado com suspiros a acompanhar
Nasceu hoje o borrego mais fofo do mundo. Não sei onde é que foi buscar os tons acastanhados, pois a mãe e o pai são brancos, mas ficam-lhe tão bem *apaixonada*. É macho e chama-se Benfica. Caso perca ou ganhe hoje, pelo menos já fica a recordação. :D
13/05/2014
Para enchimento da verdadeira gaiola
Vazia. Eis a gaiola, sem uma sombra que lhe cause peso, sem um ser que lhe retire espaço. As suas gélidas grades permanecem isoladas de companhia, permanecem suspensas, a gaiola permanece fechada.
Desta forma, a estrada de separação entro o interior e o exterior da gaiola encontra-se congestionada. O encerramento desta linha implica, então, a separação. A separação entre um passado limitado e um presente desocupado de mentalidades que lhe travem o progresso. O outrora cercado pelas fronteiras do politicamente aceitável, que mantinham as palavras e ações reclusas, onde até o simples pensamento era regulado. Foi substituído pelo prometido tempo progressista, que solta pensamentos, abre bocas e destranca correntes.
Todavia, poderá a sociedade atual, ainda que sem as grades, estar presa? A vida é condicionada por estereótipos e preconceitos, que nos perseguem e analisam, procurando o rótulo e prateleira onde melhor encaixamos. A sociedade é uniformizada por estes padrões impostos pelas diferentes culturas e religiões, o nosso exterior define-nos em sociedade. Avalia-se a embalagem, pois o conteúdo requer mais trabalho. No meio de tão restritas ordens torna-se difícil encontrar a liberdade.
Dito isto, terá a nossa liberdade implicado a nossa liberdade, isto é, teremos sido soltos da primeira gaiola para preenchermos a segunda?
Dito isto, terá a nossa liberdade implicado a nossa liberdade, isto é, teremos sido soltos da primeira gaiola para preenchermos a segunda?
12/05/2014
Ligações Tranquilas #6
A segunda peça, O Avejão, a minha preferida entre as duas, lembrou-me este vídeo do Porta dos Fundos, talvez pelo tema ou pela maneira como a religião é apresentada.
11/05/2014
TFIOS: soundtrack (parte1)
10/05/2014
Novas Aquisições #7
O Gebo e a Sombra, de Raul Brandão, chegou esta semana, é uma obra que irei analisar em Literatura Portuguesa, por enquanto não tenho qualquer informação a seu respeito. E a obra de Gayle Forman, Se eu ficar, como referi do post Os filmes mais esperados em 2014, está na minha whishlist à algum tempo. Narra a vida de uma jovem música, Mia Hall, que sofre um acidente de carro, onde perde toda a família. Nas vinte e quatro horas que se seguem, ela tem tomar a decisão mais difícil de todas: valerá a pena viver?!
08/05/2014
Já ouviram falar de "não me apetece estudar"?
Até ao final do ano lectivo tenho testes todas as semanas. Literalmente, todas as semanas. Eis, mundo, a minha miserável situação. Não seria possível deixar-me descansar um bocadinho? É que eu tenho coisas para fazer. Quero ir ver Reign. Já saiu o The Amazing Spider Man 2 e eu quero tanto ver, ainda que vá ficar totalmente destruída depois da tão falada morte. Até lá tenho que estudar ou fingir que estudo, enquanto ouço música.
06/05/2014
A melhor publicidade de sempre
Sim, eu sei, um pouco atrasada, mas não dava para não postar, é a melhor publicidade de sempre.
"Cê tem uma "piruca" feia!" Adoro! xD
"Cê tem uma "piruca" feia!" Adoro! xD
05/05/2014
Reflexão sobre todos aqueles assuntos
A ironia é controlada por situações e ocasionalidades, o sarcasmo é controlado por terceiros e o humor é a junção dessas situações irónicas com terceiros que pedem sarcasmo. Assim, através de vivências e personalidades, a ironia, o sarcasmo e o humor surgem em Ricardo Araújo Pereira com planos de acomodação.
Com efeito, são essas mesmas vivências e personalidades que o autor aborda na obra Crónicas da Boca do Inferno, através de vários temas, como a política, a economia, a justiça, a sociedade, o desporto, a saúde, a segurança, a música, a literatura, o cinema, a programação televisiva, o comércio, datas comemorativas, entre outros. Desta forma, esta reflexão é, simultaneamente, impossibilitada e motivada pelo elevado número de assuntos retratados na obra. O cronista tem um olhar crítico e convicto sobre o globo e a multidão que o habita, expressa os seus pensamentos de forma impetuosa e cativante, obrigando o leitor a permanecer algemado ás palavras. Com uma média de três sorrisos verdadeiros por crónica, a leitura pode mesmo chegar a causar dor facial e momentos embaraçosos (caso seja feita em público). Sendo aconselhável, desta forma, ler moderadamente e em privado. Surpreendendo sempre o leitor pela maneira como aborda as várias temáticas, Ricardo Araújo Pereira evidencia a sua qualidade criativa e oferece ao leitor uma leitura diferente de um acontecimento comum.
Em suma, o cronista “dita a sentença e manobra a espada”, isto é, não se limita a criticar o que já é criticado, nem a justificar como já foi justificado, oferece-nos o mundo pelo seu olhar sem qualquer influência ou barreira.
04/05/2014
Ligações tranquilas (#5)
Descreve perfeitamente a relação entre Sofia e Alberto. O facto de Alberto ser personagem principal não lhe garante Sofia, que é (para não complicar o que é simples) demasiado para ele.
03/05/2014
Filmes no meu abril, traduziu-se nisto...
O que mais me preocupava era a personagem do Tobias, pois ele tem uma personalidade tão definida no livro que a sua imagem podia ser, facilmente, "arruinada". No entanto, isso não aconteceu e o filme superou as expectativas (que por sinal eram altas), o mundo das fações de Veronica Roth está, incrivelmente, bem representado e fascina qualquer um.
Conta a vida de três escritores e não é apenas mais uma comédia romântica. É um filme que tem qualquer coisa a dizer, que tem algo a nos oferecer, no fim temos um pouco mais do que tínhamos no início. E para além do extraordinário elenco, conta com uma fenomenal banda sonora .
Não sou fã de crepúsculo, mas está na hora de terminar com o preconceito sobre os vampiros. O filme é baseado numa série de livros de Richelle Mead, as personagens possuem uma individualidade genial, concedendo ao filme um ritmo próprio. E claro, sendo dirigido por Mark Waters, a comédia é indispensável.
02/05/2014
Um levemente agressivo pensamento sobre prazos
Na escola, a necessidade de estabelecer prazos limite para a entrega de trabalhos é incontestável, ou quase isso. Sem a data marcada no calendário, certamente, o trabalho não seria feito. Pelo menos da minha parte não seria, pois a véspera da entrega do trabalho corresponde ao meu momento mais produtivo. Porém, fora da escola quando se pretende atingir um objetivo pessoal, será positivo estabelecer uma data limite? Por um lado, o stress e o cansaço vêm como extras, mas o objetivo será cumprido. Por outro, sem o prazo, o trabalho pode arrastar-se por muito tempo e, muitas das vezes, nem ser cumprido, ainda que, o stress e o cansaço não sejam um problema. Eu acho que depende do trabalho em si, pois se o objetivo é passar o tempo, a palavra divertimento é dos ingredientes, logo colocar o fator obrigação não fará qualquer tipo de sentido. No entanto, se o objetivo é um pouco mais sério, iniciar um ritmo de trabalho é, talvez, o ingrediente principal. Então, o prazo pode retirar grande parte da satisfação de fazer alguma coisa, mas, simultaneamente, oferece a maior satisfação, a satisfação de objetivo cumprido.
01/05/2014
Isto não é uma nota de suicídio (#5)
Acho que gostaria mais se fosse na perspetiva da Sofia. Meio excêntrica, meio misteriosa, a personagem chama à atenção desde o início até ao trágico final. Fala sem pensar, da mesma forma como age sem pensar, apesar de muito da sua personagem ficar por desvendar.
30/04/2014
29/04/2014
28/04/2014
Na dúvida, defenda!
Na data que marca o calendário de hoje, o Portugal de outrora, cheio de reconhecimento mundial, encontra-se obstruído. O lusitano que conquistou o mundo no século XVI, hoje permanece ignorado, na ponta encoberta da Europa.
A crise assombra-nos a posição na lista dos países mais iluminados, encolhe-nos, torna-nos invisíveis. E quais as vantagens de ser invisível num mundo que procura e anseia pelo brilho e pelo destaque? Já lá vai o tempo em que o dinheiro não era problema, em que o ouro do Brasil se acumulava nos cofres lusitanos, em que nos sentávamos em tronos dourados e apreciávamos o mundo de cima. Nos dias que passam, países como a Alemanha flutuam sobre as nossas cabeças em troca de pão e água. Sorriem, como se fossemos uma piada secreta que só eles são, suficientemente, inteligentes para perceber. Mas sejamos diretos para não sermos estúpidos: como lutar contra quem não se pode alcançar? Os gigantes cofres, agora despidos de riquezas, escondem-nos do mundo e empurram-nos para o esquecimento.
A situação agrava-se com o meio lusitano, com o português que sendo português se esquece de o ser. Os portos que se enchiam de estrangeiros desejosos de Portugal, hoje enchem-se de meios lusitanos desejosos de tudo, menos de Portugal. Sai o pobre que tem fome de trabalho, sai o rico que tem fome de poder, sai o velho que não encontra soluções, sai o novo que procura oportunidades. E dentro do balão, para os que ficam, apesar de mais espaço, há menos ar.
Mas se é preciso ousadia para criticar o nosso país, é preciso em igual número para o defender. Na dúvida, defenda! Porque o povo português tem uma riqueza simples, a riqueza do altruísmo, da alegria contagiante, da abundância de carinho, da felicidade em oferecer. Só faz falta acreditar, ter um pouco de ambição, pois entre os que podem inverter esta situação encontramos a nossa nação. Ao longo destes vários séculos provámos, várias vezes, o nosso valor, mas em vez de relembrar histórias passadas, vamos olhar para o futuro e assumir o compromisso de recuperar essa posição, a nossa posição. Somos a definição de um país patriota, agarrado ao verde e vermelho, temos tudo o que é preciso, só perdemos por falta de garra. Poderemos não conquistar o mundo, mas pelo menos saltámos, tirámos os pés do chão, marcámos presença.
Em algum lugar nesta terra escolhida, alguém brinca, alguém vê o sol nascer, alguém ri, alguém canta, alguém dança, alguém sonha, alguém tem esperança e esse lugar é aqui. Porque os gregos, os espanhóis e os italianos podem ter caído, mas os gregos, os espanhóis e os italianos não são portugueses. Se queremos a mudança, precisamos exigi-la.
07/04/2014
Isto não é uma nota de suicídio (#4)
Durante as férias
Vamos sair:
Eu: Posso ficar em casa?
(Mãe responde com aquele olhar)
Mãe:
Acabamos por sair e eu continuo a tentar:
Chegamos ao local:
Mãe:
Eu:
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