23/01/2013

Nova ideia...


Não é nada de muito original, acredito que vários blogs também o devem de fazer. Basicamente é escolher um livro e um filme por mês. Para começar escolhi o livro "Emma", de Jane Austen, a obra conta a história de uma rapariga (Emma) que tem tudo para ter um bom casamento, é bela, rica e inteligente, porém esse não é um dos seus objetivos. O que ela realmente aprecia é arranjar casamentos, intervir na vida amorosa dos outros. No entanto, quando tenta arranjar o companheiro ideal para Harriet, a sua protegida, os seus planos não correm exatamente como esperava, colocando-a numa situação inesperada. Eu ainda não li o livro até ao fim, mas estou a adorar.


Quanto ao filme, escolhi o "Now is Good", o filme, baseado no livro "Before I Die", de Jenny Downham, conta a história de uma rapariga de 16 anos, chamada Tessa Scott (Dakota Fanning), que tem leucemia. Tessa decide parar com os tratamentos e acaba por criar uma lista de coisas que quer fazer antes de morrer. Foi um filme que vi à umas semanas atrás, que me fez chorar imenso (tive para aí meia hora a chorar) e depois de acabar eu ainda continuem a chorar. Vale mesmo a pena ver.   


P.S.: Para ver as páginas deste espaço cliquem nas respetivas imagens na barra lateral.


21/01/2013

Ciclo vicioso


Fizeste-o outra vez. Eu não sei se tu te apercebes que o fazes, se o fazes de propósito ou se sou eu que, simplesmente, vejo coisas que não existem. Vens falar comigo todos os dias, fazes-me elogios, fazes-me rir, fazes-me acreditar que somos mais do que amigos. Olhas-me e os teus lábios formam um sorriso, quase de forma instantânea. E eu acredito que também tu, com esse espírito meio descontraído, sentes qualquer coisa. Acordas-me com mensagens fofas e nunca deixas de me mandar um “Gmdt” antes de te ires deitar. Dás-me esperanças, falsas esperanças. Deixas-me presa, perdida neste meu mundo de fantasias. Deixas-me sonhar com o dia em que te vais declarar, deixas-me acreditar que estás apaixonado.
Até ao dia em que te volto a ver com alguém….
Dia em que passo a odiar-te, passo a odiar os teus olhos tímidos, o teu sorriso provocador, a forma como metes as mãos nos bolsos, cada vez que estás nervoso, a tua forma de ajeitar o cabelo ou de andar. Passo a odiar tudo aquilo que mais gosto em ti…   

Aí o ciclo recomeça…

"Os Call me Maybe"

Pouco falta para que o lançamento do grande sucesso da canadiana Carly Rae Jepsen, "Call me maybe", faça um ano, a música foi lançada a 14 de fevereiro do ano anterior. Por isso decidi juntar alguns dos melhores vídeos:




20/01/2013

Wish List

Olá bolotas! Eu quando estou no computador encontro sempre várias coisas para adicionar à minha wish list, a partir de agora quando encontrar alguma coisa publico aqui. Pode ser que alguém generoso me queira oferecer. Quanto a estas capas não tenho preferência, podem-me oferecer qualquer uma xDD

Personagens com estilo

O designer e ilustrador John Woo, de Hong Kong, mistura moda com personagens bastante conhecidas de filmes e BD. A ideia de John traz um estilo mais moderno às famosas personagens.










19/01/2013

Underemployed



Oláá bolotas, há motivos para estarem curiosos sobre uma recente série da MTV, "Underemployed". Inspirada na vida do filho do produtor, Craig Wright, um jovem de vinte e poucos anos recém formado, a série promete. "Underemplyed" conta a história de cinco amigos que um ano após as suas respetivas formaturas, ainda continuam à procura de um trabalhos significativo. Narrada pela escritora do grupo de amigos, Sophia (Michelle Ang), a série começa na noite de formatura grupo, onde estes fazem planos para dominar o mundo, rapidamente passa à frente para a triste realidade de cada um. A escritora trabalha numa loja de donuts, o candidato a modelo é striper na festa de um escritório, a música trabalha num bar, a última rapariga trabalha à um ano num escritório sem ser paga e o último rapaz recolhe assinaturas nas ruas. Produzida pela MTV. Criada e escrita por Craig Wright. Dirigida por Troy Miller.
COM: Michelle Ang (Sophia), Sarah Habel (Daphne), Jared Kusnitz (Lou), Inbar Lavi (Raviva) e Diego Boneta (Miles).




18/01/2013

Chove


Já me separavam quatro horas da última meia-noite e os meus olhos continuavam abertos, a minha cabeça continuava ligada e o meu espírito continuava energético. Definitivamente, eu hoje não iria dormir. Enquanto os ponteiros do relógio se moviam, bem devagar, eu relembrava a minha vida e imaginava o meu futuro. Eu ansiava o dia seguinte, ansiava que a manhã nascesse e esta ansia acelerava-me o sangue.
Por fim, apareceu uma claridade acinzentada, o céu estava escuro, com as nuvens coladas, adivinhava-se chuva. O relógio continuava contra mim, assim, a velocidade do tempo era tanta que este parecia estar parado. O dia foi passando e eu, nem por um instante, saí de perto da minha família, que, assim como, o céu estava triste. Porém esse estado de espírito era compreensível, visto que, dentro em breve, eu partiria. O dia foi passando e a chuva foi caindo. O dia foi passando, o dia foi passando até que, o relógio alcançou o momento da verdade… e sim, eu entrei no comboio.
As pessoas que me são mais próximas acham que eu não sei o que estou a fazer, para elas, o correto seria ficar por lá a fazer o que uma miúda normal faz, mas eu arrisquei. Eu deixei para trás a minha família, o meu trabalho, os meus amigos, a minha cidade… e arrisquei. Caso eu não o tivesse feito, ao longo da minha vida, iria ouvir várias vezes: “E se eu tivesse arriscado? Será que?”. Aos meus noventa anos, eu vou pensar que tudo acabou, vou pensar nas decisões que tomei, se eu fui, realmente, pelo caminho que queria seguir ou se fui pelo mais fácil, mais óbvio. Nós só temos uma oportunidade, temos de aproveitá-la, eu não me sentiria bem comigo mesma se não a tivesse aproveitado. Se eu não tivesse tentado, um dia, que explicação é que eu daria a mim mesma. Com toda a certeza, eu não sou uma rapariga normal. Eu não sonho com um bom emprego, uma casa na praia ou casar… eu só quero ser feliz comigo mesma.



Respiro-te



Quando estou sozinha, presa em pensamentos, dedicada às minhas fantasias, sinto-te mais perto de mim. Eu fecho os olhos e encontro-te, ouço a tua voz, sinto o teu cheiro e vejo todos os teus movimentos. Imagino cenários, conversas, momentos de ternura, eu imagino que estamos juntos, que estamos felizes, sem qualquer preocupação. Em pouco tempo eu vou para outro mundo, para outra galáxia. E quando te encontro, perdido nos meus sonhos, não consigo explicar o que sinto quando te vejo aproximar. Tu não precisas de estar perto de mim para eu estar junto de ti. Os nossos corpos falam entre si sem se aperceberem que o tempo não parou, que as horas continuam a passar. Sem uma única palavra, a cada segundo, eles dizem um para o outro quanto se adoram. Eu não preciso de te ver, para te ter no meu mundo, pois onde quer que eu vá, tu és a única coisa que eu consigo ver.

Musica Para o Fim de Semana


Chegaram os dois dias mais lindos da semana, boa altura para ouvir música, não acham? No quentinho com os fones nos ouvidos e a curtir muito. XDD









Presa sem algemas nos pulsos


A vida pregou-me mais uma rasteira, mais uma vez fez-me cair, esfolei o braço, magoei as costas, raspei o joelho… Estou perdida. Não encontro um mapa que me leve à saída, não encontro uma estrela que me conduza, Um anjo que me mostre o caminho. Viver não é fácil… nós somos frágeis.
Pergunto-me “O que me espera?”. Mágoa, dor, raiva, revolta, sofrimento, separações, brigas, ofensas… a morte? Continuo-o a mesma menininha inútil, confusa, esquecida, coberta de frustrações, iludida pelas realidades da vida, presa sem algemas nos pulsos. Continuo sem perceber qual a necessidade das pessoas em alimentar o meu sofrimento. Em vez de progredirem, de avançarem, de crescerem, perdem tempo, a magicar qual a melhor forma de me fazer cair. Nem sempre fui muito organizada, porém consigo separar as ervas daninhas dos aliados.
Mais uma noite e eu aqui a tentar dormir, desisto, tu entraste na minha cabeça, com um pacote de problemas incluído, e já não saíste. Não existe solução, nem remédio, a causa da minha insónia não é o café. A história é a mesma só muda as personagens do enredo, é que o “para sempre”, de hoje em dia, tem sempre um fim.
Eu posso viajar por todo este mundo, ir até à Lua, passar por Marte e espreitar Saturno, contudo o mais parecido com o paraíso que encontro é o teu olhar. Acredita em mim, eu já procurei um lugar mais seguro que os teus braços e não encontrei. Esforcei-me para traçar o nosso caminho, sem desvios, sem atalhos, mas para criar um par são precisas duas meias. Eu… Tu… Ligas-me quando te chateias com a vida, choras, apertas-me a mão, contas-me os teus problemas, eu não me importaria desde que me chamasses solução.
Mas agora já chega, estou cansada, choro por tudo, por nada e por mais qualquer coisa, estou exausta, já nem a lua me faz sorrir. Eu gostava de acabar com qualquer coisa forte, mas se não posso dizer que te amo, então prefiro não dizer nada.